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domingo, 7 de agosto de 2011

A origem da homossexualidade feminina

"Olá, meu nome é Carol Nunes, tenho 18 anos moro em Guarulhos na Grande São Paulo, venho hoje dar um toque a mais aqui no Gay Guarulhos trazendo para voces uma nova coluna duas vezes ao mês às quintas feiras, alternando com meu amigo Fabiano vieira de Macaé - RJ. hoje eu lhes trago hoje uma matéria inicial sobre a homossexualidade feminina. A coluna se chama Só pra elas mas eu deixo eles também lerem e comentarem. Beijos a todos e espero comenários e email de vocês, quem quiser me adicionar no orkut e emsn fica a vontade, no final da matéria tem os endereços".

Sim, nós existimos. Somos de carne e osso como qualquer outra pessoa. Somos meninas que diferente de muitas outras meninas optamos de verdade por ser quem somos e, enfim, estamos aqui.
Mas, falando sério agora, de onde viemos? Onde essa nossa história começou realmente?
Na verdade, é impossível determinar a primeira relação homossexual feminina da história, mas existem documentos históricos que nos dão uma idéia da evolução da homossexualidade feminina:
O primeiro código que fala sobre o assunto chama-se Código de Hammurabi, à mais ou menos 1770 a.C, fala sobre uma figura que simboliza uma mulher-homem, que na época podia ter várias esposas. Além disso, essas mulheres chamadas de Salzikrum (filha-macho) tinham todo o direito da hereditariedade da família. Claro que elas não tinham filhos entre si, mas, se por acaso, acontecesse de umas delas ter um filho de um de seus escravos, ele era mandado para a adoção e ela não poderia pegá-lo de volta pra si.
Há poucos dados falando sobre o assunto, mas , há muito tempo atrás, em países como a Itália, Albânia e Jugoslávia era permitido a relação entre duas mulheres e não havia nenhum tipo de discriminação, por exemplo, na zona montanhosa de Cabiria havia uma sociedade composta só por mulheres chamada Sbraie. Na China, pouco se fala de u ma sociedade parecida chamada Dui Shi.
Enheduanna, que era filha do Rei Sárgon I de Acadia era poetisa e compunha canções exaltando a deusa Inanna, deusa do amor e da guerra. Depois de muita pesquisa, alguns historiadores conseguiram obter a tradução dessas canções compostas pela princesa e sacerdotisa Enheduanna, que eram baseadas na exaltação da beleza e da sensualidade feminina, citando até Inanna como sua esposa.
Na Grécia, uma poetisa chamada Safo de Lesbos ( ilha de Lesbos) também escrevia poemas homossexuais o quê levou o mundo todo a aceitar o termo Lesbianismo, que na verdade é uma denotação à nossa homossexualidade pois, tudo aquilo que termina em ‘’ismo’’ vem de ‘’doença’’.
Apesar disso,na Grécia e em Roma o tema era tratado com naturalidade, haviam até banhos públicos onde as mulheres, mesmo casadas podiam satisfazer-se sem culpa com outras mulheres e até com meninas.
Enfim, estamos aqui há muito, muito tempo mesmo, e ainda existem pessoas que acreditam que nossa homossexualidade é uma coisa influenciável, tanto por outras pessoas quanto pela mídia. Santa ignorância! Somos parte da história e não escravas da ‘’moda atual’’. Acredito que muitas de vocês já devem ter ouvido a seguinte frase de alguém – Isso passa!- Não! Não passa não! E vocês sabem por quê? Porque não há nada de errado conosco. Absolutamente nada.

Matéria: de Carol Nunes
Perfil do Orkut (clique aqui)
Email e MSN: caroll-nunes@hotmail.com


O que significa LGBT ?


O termo atual oficialmente usado para a diversidade no Brasil é LGBT (lésbicas, gays, bissexuais, travestis, transexuais e trangêneros). A alteração do termo GLBT em favor de LGBT foi aprovada na 1ª Conferência Nacional GLBT realizada em Brasília no período de 5 e 8 de junho de 2008.[ A mudança de nomenclatura foi realizada a fim de valorizar as lésbicas no contexto da diversidade sexual e também de aproximar o termo brasileiro com o termo predominante em várias outras culturas. Em suma, seria melhor defini-los como Movimento dos Não-Heterossexuais o que seria um meio de exclusão, que não tem nada a ver com a proposta que é justamente de inclusão de todos que se identificam com a causa, direta ou indiretamente.

Vamos ver em seguida um pouco mais sobre cada orientação sexual:


Lésbica = Homossexual feminina, mulher que tem desejo sexual e/ ou atração física por outra mulher, e não tem os mesmos sentimentos e anseios pelo sexo oposto, ou seja pelos homens.

Gay = Homossexual masculino , homem que tem desejo sexual e/ ou atração física por outro homem, e que não tem os mesmos sentimentos e anseios por mulheres.

Bissexual = homossexual masculino e feminino, homens e mulheres que tem desejos sexuais e atração física por homens e também por mulheres numa mesma proporção, é atraído pelo seu próprio sexo e pelo sexo oposto.

Transexual = homossexual que possui uma identidade de gênero diferente a do nascimento, tendo o desejo de viver e ser aceito como sendo do sexo oposto. Usualmente o homens e a mulheres transexuais apresentam uma sensação de desconforto ou impropriedade de seu próprio sexo, desejam fazer uma transição de seu sexo de nascimento para o sexo oposto (sexo-alvo) com alguma ajuda médica (terapia de reatribuição de gênero) para seu corpo. A explicação estereotipada é de "uma mulher presa em um corpo masculino" ou vice-versa, ainda que muitos membros da comunidade transexual, assim como pessoas de fora da comunidade, rejeitem esta formulação.

Travesti = homossexuais ou Transexuais que vivem uma parte significativa do dia ou mesmo o dia-a-dia como se fossem do sexo oposto. Além de se travestirem com roupas do sexo oposto é comum a utilização de um nome social, corte de cabelo, adoção de modos e de timbre de voz consoantes com o sexo almejado.

Transformista = pessoa que veste roupas usualmente próprias do sexo oposto com intuitos essencialmente artístico-comerciais, sem que tal atitude interfira necessariamente em sua orientação sexual.

Drag queens ou Drag kings = artistas performáticos que se travestem, fantasiando-se cômica ou exageradamente com o intuito geralmente profissional artístico, o que não te relação com a sua orientação sexual.




Orientação Sexual e Homossexualidade


A orientação homossexual é um dos quatro componentes da sexualidade humana. Caracteriza-se como uma duradoura atração emocional, romântica, sexual ou afetiva para com indivíduos do mesmo gênero. Os outros três componentes da sexualidade são o sexo biológico, a identidade de gênero (o sentido psicológico de ser macho ou fêmea) e o papel sexual-social (adesão às normas culturais de comportamento masculino ou feminino).

Três orientações sexuais são facilmente reconhecidas: homossexual, atração erótica e/ou afetiva por indivíduos do mesmo sexo; heterossexual, atração por indivíduos do sexo oposto; ou bissexual, atração por membros de ambos os sexos. Pessoas com orientação homossexual também são chamadas de gays (tanto homem quanto mulher) ou lésbica (apenas mulheres).

Orientação sexual é diferente de comportamento sexual, porque se refere a sentimentos e auto-identificação. Algumas pessoas, por medo ou repressão, não expressam a sua orientação sexual em seus comportamentos. A estas, a psicologia chama de egodistônicos (ao contrário, os egosintônicos são aqueles cujo comportamento está sintonizado com a sua identidade sexual).

A orientação sexual não é limitada a um tipo particular de pessoa. Os gays e as lésbicas pertencem a todas as idades, classes sociais, culturas, raças, religiões e nacionalidades. Eles trabalham em todas as profissões e moram em todos os lugares do país. Somos milhares e estamos em todas as partes.

FONTE: GBB

HOMOSSEXUALIDADE OU HOMOSSEXUALISMO?

Homossexualidade ou homossexualismo (do grego antigo ὁμός (homos), igual + latim sexus = sexo) refere-se ao atributo, característica ou qualidade de um ser, humano ou não, que sente atração física, estética e/ou emocional por outro ser do mesmo sexo. Enquanto orientação sexual, a homossexualidade se refere a "um padrão duradouro de experiências sexuais, afetivas e românticas principalmente entre pessoas do mesmo sexo"; o termo também se refere a indivíduo com senso de identidade pessoal e social com base nessas atrações, manifestando comportamentos e aderindo a uma comunidade de pessoas que compartilham da mesma orientação sexual."
A homossexualidade é uma das três principais categorias de orientação sexual, juntamente com a bissexualidade e a heterossexualidade, sendo também encontrada em muitas espécies animais. A prevalência da homossexualidade entre os humanos é difícil de determinar com precisão;[5] na sociedade ocidental moderna, os principais estudos indicam uma prevalência de 2% a 13% de indivíduos homossexuais na população, enquanto outros estudos sugerem que aproximadamente 22% da população apresente algum grau de tendência homossexual.
Ao longo da história da humanidade, os aspectos individuais da homossexualidade foram admirados, tolerados ou condenados, de acordo com as normas sexuais vigentes nas diversas culturas e épocas em que ocorreram. Quando admirados, esses aspectos eram entendidos como uma maneira de melhorar a sociedade; quando condenados, eram considerados um pecado ou algum tipo de doença, sendo, em alguns casos, proibidos por lei. Desde meados do século XX a homossexualidade tem sido gradualmente desclassificada como doença e descriminalizada em quase todos os países desenvolvidos e na maioria do mundo ocidental. Entretanto, o estatuto jurídico das relações homossexuais ainda varia muito de país para país. Enquanto em alguns países o casamento entre pessoas do mesmo sexo é legalizado, em outros, certos comportamentos homossexuais são crimes com penalidades severas, incluindo a pena de morte.
As principais organizações mundiais de saúde, incluindo muitas de psicologia, não mais consideram a homossexualidade uma doença, distúrbio ou perversão. Desde 1973 a homossexualidade deixou de ser classificada como tal pela Associação Americana de Psiquiatria. Em 1975 a Associação Americana de Psicologia adotou o mesmo procedimento, deixando de considerar a homossexualidade uma doença.No Brasil, em 1985, o Conselho Federal de Psicologia deixou de considerar a homossexualidade um desvio sexual e, em 1999, estabeleceu regras para a atuação dos psicólogos em relação às questões de orientação sexual, declarando que "a homossexualidade não constitui doença, nem distúrbio e nem perversão" e que os psicólogos não colaborarão com eventos e serviços que proponham tratamento e/ou cura da homossexualidade. No dia 17 de maio de 1990, a Assembleia-geral da Organização Mundial de Saúde (sigla OMS) retirou a homossexualidade da sua lista de doenças mentais, a Classificação Internacional de Doenças (sigla CID).Por fim, em 1991, a Anistia Internacional passou a considerar a discriminação contra homossexuais uma violação aos direitos humanos.

FONTE: WIKIPÉDIA

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